sexta-feira, 18 de setembro de 2015

As Rosas não choram


Estranho este título não é mesmo, mas o mesmo serve para refletir sobre o seguinte assunto:
http://esperanca.com.br/2009/12/16/e-se-a-pessoa-cacto-nao-quiser-mudar/
As pessoas quando não resolvidas, se ferem ao encostar-se no espinho de outros. Na metáfora do texto veremos as pessoas como rosas e os espinhos como sua proteção de algo externo, que possa vir lhe ferir e ou lhe causar transtornos, portanto, vamos julgar os espinhos das pessoas como se fossem seus gostos, suas magoas ou algo relacional, de qualquer tipo, seja por questões religiosas (onde os espinhos também matam, texto), alimentícias, estéticas, etc...
Quando gostamos (sentido de adoração inconsequente, apego, etc...) de alguma coisa e ou temos magoa de outra (sentido emotivo do aprisionamento), nada e absolutamente nada poderá intervir sobre a tua maneira de ser, de pensar, de agir e ou de querer manter este comportamento na questão daquilo que ‘pertence somente a ela’.
Logo, tais espinhos ferem, causam reações agressivas e até fora de controle, embora existam parâmetros e controles dentro de uma sociedade (diferente das leis da natureza).
Portanto, As Rosas não choram, pois não criaram seus espinhos para confrontar a elas mesmas, do contrário, quando juntas, aumentam ainda mais suas defesas.
Assim deveriam ser os nossos espinhos? Mas de que forma poderíamos usa-los para um bem social e não só como auto-defesa aos semelhantes? Ora, afinal de contas não somos plantas nós somos movidos por algo maior que, se não cuidado pode se tornar negativo, destrutivo.
Há várias ferramentas que podemos utilizar para não tornar os nossos espinhos, nossos próprios inimigos em sociedade. Assim como no texto do link acima mencionado. Por fim, as rosas não choram, pois convivem em eterna harmonia e ainda que não consigamos chegar a tal ponto, quem sabe um dia tomando as direções corretas, possamos então transformar estas nossas defesas em algo melhor num conjunto social.
Nesta busca pela transformação entenderemos que nossos espinhos também nos favorecem, assim como:
As Rosas não choram.