Pode ser apenas uma febre um diagnostico catastrófico e até apocalíptico de religiões cada vez mais mortas, porém, ainda com certo 'poder' de persuasão.
#twd - #guerraz - #residentevil -#avoltadosmortosvivos
O certo é que estamos novamente numa crescente caminhada evolucionista de nossa raça e ao depararmos 'novamente' com este fenômeno, buscamos 'eternidade'.
Frágeis e dotados ainda de um sentimento incontrolável, o que a nossa raça ainda que brecada por muitos busca, é o conhecimento da longevidade, por conta disso como ato de natureza humana, nos despertamos aos erros de tantos investimentos, tempo e dinheiro à religiosidade.
A febre do momento ressalta novamente o que já veio em tempos nada distantes, filmes de zumbis, fim do mundo, 'busca pelo anjo da morte o qual se afastará de nós, superstições, imbecibilidades, seriados comerciais e de certa forma 'questionamentos'.
Aonde vamos, de onde viemos e para que viemos?
São perguntas das quais não deveríamos nos preocupar, mas sim,
Quando vamos e para onde estamos indo é o mais importante.
http://hypescience.com/ate-quanto-nossa-expectativa-de-vida-pode-aumentar/ eu posso ir embora e, pouco me importo para onde. Desde que eu saiba que continuamos e nada poderá impedir, nada além das leis naturais da vida. Esquecerei os ensinamentos de meus antepassados, mas ainda assim me alicerçarei neles, para que não percamos os novos caminhos de um novo futuro.
'Queimaram tudo o que NÓS tínhamos, mas não podem queimar nossas vontades'
A evolução e conhecimento são decisões das quais temos que adotar todos os dias, crescer, aprender e andar, ainda que tenham interrupções. Este é o desejo de todos de uma nova era.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Mentes Virtualizadas
Mentes Virtualizadas,
Sozinho, por mais um dia... E isso não torna nada diferente, pois anterior a este modo de viver, tudo o que ele tinha era sua mãe. Um rapaz franzino, torto de tão magro, boa aparência e uma boa apresentação nunca foi o seu forte, se quer sabia contar uma piada, no entanto, sim, ele era o motivo das piadas. Nerdênio, era o seu nome, destinado a todo e qualquer tipo de aparelho de alta tecnologia e conectividade programável, seu mundo não beirava outra coisa que não fosse ‘desenvolvimento de linguagem de softwares’. O mais estranho era sua personalidade diante as mulheres, não que ele não gostasse de mulheres, porém, sua completa falta de noção social o afastava de qualquer aproximação com elas e mesmo que fosse da mesma área que ele. Homem, meio menino, bobo ou até mesmo ‘retardado’, como o chamavam, idade já avançada e com responsabilidades de um diretor empresarial, mas bem longe dos direitos trabalhistas de um. Tentando se promover na empresa ele resolve ouvir o conselho de um ‘’amigo’’. – Você precisa de um tempo pra você cara, pra se cuidar, azarar umas gatinhas, mudar esta sua aparência e atitude, ser mais descolado, como pode uma pessoa tão inteligente ser tão horrível assim, você não vai a lugar nenhum aqui dentro desta maneira.
12-10-2013, uma data importante, Nerd usa tal data para retirar seu expansivo e gordo, diferente dele, banco de horas. Hoje onze de novembro, ele olha para trás, se eu não me engano, nunca solicitei férias e ou banco de horas, pensa ele. A mais simples e normal atitude de todo ser humano, é olhar pra si mesmo e colocar um sorriso na cara, diante as datas de férias, feriados e ou licenças trabalhistas...
12-10-2013, ele alugou uma chácara, muitos pensavam que ele convidaria amigos e até mesmo pediria aos mesmos que levassem mulheres, beibdas, ou seja, gerar uma integração social do grupo de trabalho. Mas, o que ele pretendia era algo diferente, alias algo que ele nunca o fizera por si mesmo. Isolar-se de todo tipo de aparelho eletrônico, desde o mais simples relógio até os microcomputadores mais estimados e exibidos por ele mesmo. Nerd se levanta no dia seguinte...
Todo desajeitado prepara o café da manhã e vai em direção à varada. Olha o sol, o vento sobre as arvores, pássaros em voos rasantes próximos à lagoa. Algo realmente lindo e tão natural quanto nossa existência. Sua mente não quer este tipo de ambiente, ele imagina como seria trocar a cor do céu azul ainda amarelado pelos raios nascentes do sol, a grama que por ele deveria ser sintética e ou desenvolvida em um laboratório de sua mente louca, evitando assim a existência normal de bactérias e outros seres. Consumista de tecnologia.
– Criar um cenário virtual, usando a realidade como proximidade de uma arquitetura ilógica, para que pudéssemos habitar como refugio e descanso à nossa mente nos horários vagos de trabalho, 15 minutos seriam o suficiente para aliviarmos a tensão e obrigatoriedades da tarefa diária em nosso dia-a-dia, pensou.
Tais pensamentos aceleram seu coração, um frio grande veio ao estomago e as mãos começaram a suar. Sinais de uma perturbação e ansiedade deturpada do uso de qualquer aparelho programável, estas eram as suas drogas e que naquele momento estavam fora de alcance. O caneco envelhecido de café em suas mãos cai e sua mente altamente capacitada de lógica calcula e assimila o tempo gravitacional do objeto atraído pelo corpo terrestre. O suor toma conta de seu rosto e ao olhar os pássaros, a grama e o lago, o lago... Algo se move como uma nuvem branca no lago...
Ele tenta respirar fundo e cambaleando vai mais próximo ao lago, senta-se a beira do mesmo com a visão ainda difusa. Que fumaça é esta questiona a sim mesmo. E aquilo vai se aproximando cada vez mais, as águas escuras não o deixam ver o que vem na sua direção. Ele se levanta e chega mais próximo, ainda confuso, porém, já estabilizando seu estado de euforia e ansiedade. Pensa, preciso respirar e me desligar, desligar... Desligar não, pois sei que estou distante daquilo que mais amo, porém, não há maquina melhor/maior e mais potente do que o nosso cérebro, ainda!
A mancha na água começa a criar forma, ele não quer acreditar no que esta vendo, parece uma mulher, mas não pode ser. À medida que se aproxima seu coração volta a bater mais forte e mais forte, até que ela se levanta aos seus pés. O susto é tão grande que ele cai e com as mãos tocando a beira do lago ainda lamacento, puxa-se para trás como se ‘’ela’’ fosse um mostro que pulasse vorazmente contra ele.
Ela era esguia, branca de cabelos compridos e olhos negros, nua e diante de seus pés, olhando à de baixo para cima, suas mãos fincam-se ao chão de tanto pavor, os olhos e os cabelos dela eram tão pretos que a luz espelhava as cores do céu. Ela caminha em direção a ele com um sorriso invasoramente perfeito, ele treme tanto que seus olhos lacrimejam, sua voz esta incapacitada de sair, o ranger de seus dentes fica tão alto que parecem o chacoalhar de uma serpente. E Ela continua indo em sua direção...
Ele tenta ficar de pé, mas não tira os olhos do corpo dela. Os pés tão perfeitos que desenho algum de qualquer artista importante poderia reproduzir, as pernas, os joelhos, a cintura, sua genitália, o umbigo, braços, seios arredondados de uma pele tão firme, porém sem marcas de musculatura. Queijo, boca, lábios tão bem alinhados, olhos grandes, silios e sobrancelhas perfeitamente construidos. O... O q... O que vô... Você esta ....tá, tá fazendo?
Ela se aproxima dele, o levanta pelos cabelos, um sorriso brilhante, tão alvo quanto as pedras que cercavam o lago. Ele tenta se segurar nas mãos dela que o retira do chão como se fosse um papel. Puxa-o a sua direção olha bem ao fundo de seus olhos. Ele covardemente não sabe como reagir, o que falar se o domínio de suas cordas vocais se quer vibram no ecoar de sons.
Ele esboça uma reação, tentando levar sua mão ao rosto dela quando, num golpe inesperado ela rasga-lhe a barriga, eu sangue respiga para todos os lados, manchando até mesmo sua face, ele olha para baixo e sente a mão dela em suas entranhas, subindo em direção ao tórax. Ele começa a tremer, tosse, engasgo e sangue sai de sua boca, esta em choque. Ela segura seu coração, como se fosse arrancá-lo do peito, até que ele segura o braço dela instintivamente, impedindo-a de tomar-lhe a vida que começa a esvair através do abdômen. Olha para o céu, o mesmo sangue que escorre pela boca, enche-lhe os olhos e o céu se torna vermelho, cada vez mais escuro. Ele tenta ou imagina que possa gritar, para que alguém o salve, o ouça e a agonia aumenta. A dor é tão grande que seu corpo apenas treme por inteiro, o sangue perdido o deixa cada vez mais fraco. Ele não sabe por que tudo isto está ocorrendo e que ódio emanado por ela é este que, tenta tirar sua pacata e miserável vida de Nerd?
À medida que o tempo passa, o frio aumenta e a vida vai, ela vai esmagar seu coração e se isto ocorrer, sua mente não receberá mais o combustível necessário de sangue e oxigênio necessários, logo, passará a delirar, se houver tempo antes que o mesmo desligue.
-Desligue... desligue, é o pensamento que lhe vem a cabeça.
Nada disso é real, lembro-me em iniciar um ataque de pânico, ansiedade e rejeição ao estado que estava. Devido ao meio natural, longe daquele cotidiano de desenvolvimento e softwares, criei um, usando minha única maquina presente, o cérebro, um ambiente inóspito, holográfico, surreal, pois não suportei a ideia de estar longe de domínios linguísticos e equiparados a uma realidade virtualizada. Deixou-se então que o coração fosse arrancado e num ultimo suspiro/sonho acordado, restartou sua mente.
- Nada do que vivemos pode ser tão real do que aquilo que criamos para nós mesmos, distante de ‘tudo’, é que podemos nos conscientizar das maliguinidades que impomos a simplicidade natural de nossas vidas. Estamos presentes para viver e não criar uma vida ilúdica e virtualizada, impostas por caráter de escravidão. Podemos gostar nossos compromissos e ‘responsabilidades adquiridas’, porém, nossas criações sociais não podem nos tirar o que há de melhor em nós mesmos, viver, viver e sentir...
Vivo, eu... Eu estou VIVO.
Sozinho, por mais um dia... E isso não torna nada diferente, pois anterior a este modo de viver, tudo o que ele tinha era sua mãe. Um rapaz franzino, torto de tão magro, boa aparência e uma boa apresentação nunca foi o seu forte, se quer sabia contar uma piada, no entanto, sim, ele era o motivo das piadas. Nerdênio, era o seu nome, destinado a todo e qualquer tipo de aparelho de alta tecnologia e conectividade programável, seu mundo não beirava outra coisa que não fosse ‘desenvolvimento de linguagem de softwares’. O mais estranho era sua personalidade diante as mulheres, não que ele não gostasse de mulheres, porém, sua completa falta de noção social o afastava de qualquer aproximação com elas e mesmo que fosse da mesma área que ele. Homem, meio menino, bobo ou até mesmo ‘retardado’, como o chamavam, idade já avançada e com responsabilidades de um diretor empresarial, mas bem longe dos direitos trabalhistas de um. Tentando se promover na empresa ele resolve ouvir o conselho de um ‘’amigo’’. – Você precisa de um tempo pra você cara, pra se cuidar, azarar umas gatinhas, mudar esta sua aparência e atitude, ser mais descolado, como pode uma pessoa tão inteligente ser tão horrível assim, você não vai a lugar nenhum aqui dentro desta maneira.
12-10-2013, uma data importante, Nerd usa tal data para retirar seu expansivo e gordo, diferente dele, banco de horas. Hoje onze de novembro, ele olha para trás, se eu não me engano, nunca solicitei férias e ou banco de horas, pensa ele. A mais simples e normal atitude de todo ser humano, é olhar pra si mesmo e colocar um sorriso na cara, diante as datas de férias, feriados e ou licenças trabalhistas...
12-10-2013, ele alugou uma chácara, muitos pensavam que ele convidaria amigos e até mesmo pediria aos mesmos que levassem mulheres, beibdas, ou seja, gerar uma integração social do grupo de trabalho. Mas, o que ele pretendia era algo diferente, alias algo que ele nunca o fizera por si mesmo. Isolar-se de todo tipo de aparelho eletrônico, desde o mais simples relógio até os microcomputadores mais estimados e exibidos por ele mesmo. Nerd se levanta no dia seguinte...
Todo desajeitado prepara o café da manhã e vai em direção à varada. Olha o sol, o vento sobre as arvores, pássaros em voos rasantes próximos à lagoa. Algo realmente lindo e tão natural quanto nossa existência. Sua mente não quer este tipo de ambiente, ele imagina como seria trocar a cor do céu azul ainda amarelado pelos raios nascentes do sol, a grama que por ele deveria ser sintética e ou desenvolvida em um laboratório de sua mente louca, evitando assim a existência normal de bactérias e outros seres. Consumista de tecnologia.
– Criar um cenário virtual, usando a realidade como proximidade de uma arquitetura ilógica, para que pudéssemos habitar como refugio e descanso à nossa mente nos horários vagos de trabalho, 15 minutos seriam o suficiente para aliviarmos a tensão e obrigatoriedades da tarefa diária em nosso dia-a-dia, pensou.
Tais pensamentos aceleram seu coração, um frio grande veio ao estomago e as mãos começaram a suar. Sinais de uma perturbação e ansiedade deturpada do uso de qualquer aparelho programável, estas eram as suas drogas e que naquele momento estavam fora de alcance. O caneco envelhecido de café em suas mãos cai e sua mente altamente capacitada de lógica calcula e assimila o tempo gravitacional do objeto atraído pelo corpo terrestre. O suor toma conta de seu rosto e ao olhar os pássaros, a grama e o lago, o lago... Algo se move como uma nuvem branca no lago...
Ele tenta respirar fundo e cambaleando vai mais próximo ao lago, senta-se a beira do mesmo com a visão ainda difusa. Que fumaça é esta questiona a sim mesmo. E aquilo vai se aproximando cada vez mais, as águas escuras não o deixam ver o que vem na sua direção. Ele se levanta e chega mais próximo, ainda confuso, porém, já estabilizando seu estado de euforia e ansiedade. Pensa, preciso respirar e me desligar, desligar... Desligar não, pois sei que estou distante daquilo que mais amo, porém, não há maquina melhor/maior e mais potente do que o nosso cérebro, ainda!
A mancha na água começa a criar forma, ele não quer acreditar no que esta vendo, parece uma mulher, mas não pode ser. À medida que se aproxima seu coração volta a bater mais forte e mais forte, até que ela se levanta aos seus pés. O susto é tão grande que ele cai e com as mãos tocando a beira do lago ainda lamacento, puxa-se para trás como se ‘’ela’’ fosse um mostro que pulasse vorazmente contra ele.
Ela era esguia, branca de cabelos compridos e olhos negros, nua e diante de seus pés, olhando à de baixo para cima, suas mãos fincam-se ao chão de tanto pavor, os olhos e os cabelos dela eram tão pretos que a luz espelhava as cores do céu. Ela caminha em direção a ele com um sorriso invasoramente perfeito, ele treme tanto que seus olhos lacrimejam, sua voz esta incapacitada de sair, o ranger de seus dentes fica tão alto que parecem o chacoalhar de uma serpente. E Ela continua indo em sua direção...
Ele tenta ficar de pé, mas não tira os olhos do corpo dela. Os pés tão perfeitos que desenho algum de qualquer artista importante poderia reproduzir, as pernas, os joelhos, a cintura, sua genitália, o umbigo, braços, seios arredondados de uma pele tão firme, porém sem marcas de musculatura. Queijo, boca, lábios tão bem alinhados, olhos grandes, silios e sobrancelhas perfeitamente construidos. O... O q... O que vô... Você esta ....tá, tá fazendo?
Ela se aproxima dele, o levanta pelos cabelos, um sorriso brilhante, tão alvo quanto as pedras que cercavam o lago. Ele tenta se segurar nas mãos dela que o retira do chão como se fosse um papel. Puxa-o a sua direção olha bem ao fundo de seus olhos. Ele covardemente não sabe como reagir, o que falar se o domínio de suas cordas vocais se quer vibram no ecoar de sons.
Ele esboça uma reação, tentando levar sua mão ao rosto dela quando, num golpe inesperado ela rasga-lhe a barriga, eu sangue respiga para todos os lados, manchando até mesmo sua face, ele olha para baixo e sente a mão dela em suas entranhas, subindo em direção ao tórax. Ele começa a tremer, tosse, engasgo e sangue sai de sua boca, esta em choque. Ela segura seu coração, como se fosse arrancá-lo do peito, até que ele segura o braço dela instintivamente, impedindo-a de tomar-lhe a vida que começa a esvair através do abdômen. Olha para o céu, o mesmo sangue que escorre pela boca, enche-lhe os olhos e o céu se torna vermelho, cada vez mais escuro. Ele tenta ou imagina que possa gritar, para que alguém o salve, o ouça e a agonia aumenta. A dor é tão grande que seu corpo apenas treme por inteiro, o sangue perdido o deixa cada vez mais fraco. Ele não sabe por que tudo isto está ocorrendo e que ódio emanado por ela é este que, tenta tirar sua pacata e miserável vida de Nerd?
À medida que o tempo passa, o frio aumenta e a vida vai, ela vai esmagar seu coração e se isto ocorrer, sua mente não receberá mais o combustível necessário de sangue e oxigênio necessários, logo, passará a delirar, se houver tempo antes que o mesmo desligue.
-Desligue... desligue, é o pensamento que lhe vem a cabeça.
Nada disso é real, lembro-me em iniciar um ataque de pânico, ansiedade e rejeição ao estado que estava. Devido ao meio natural, longe daquele cotidiano de desenvolvimento e softwares, criei um, usando minha única maquina presente, o cérebro, um ambiente inóspito, holográfico, surreal, pois não suportei a ideia de estar longe de domínios linguísticos e equiparados a uma realidade virtualizada. Deixou-se então que o coração fosse arrancado e num ultimo suspiro/sonho acordado, restartou sua mente.
- Nada do que vivemos pode ser tão real do que aquilo que criamos para nós mesmos, distante de ‘tudo’, é que podemos nos conscientizar das maliguinidades que impomos a simplicidade natural de nossas vidas. Estamos presentes para viver e não criar uma vida ilúdica e virtualizada, impostas por caráter de escravidão. Podemos gostar nossos compromissos e ‘responsabilidades adquiridas’, porém, nossas criações sociais não podem nos tirar o que há de melhor em nós mesmos, viver, viver e sentir...
Vivo, eu... Eu estou VIVO.
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