E sobre as ideias que distorcem a linha de pensamentos, num tempo nada nobre, nada mais volta ao respeitável passado. Uma lacuna se deita a beira da estrada, e que estrada era esta que apenas o leva de volta ao um passado? Queremos muito ver um futuro, mas certamente o tememos. Mudanças que nos molda, tanto mentalmente, quanto fisicamente, até que em algum lugar, chamado dia, poderemos reverter toda a estrutura do espaço-tempo e talvez abrir portas que jamais deveriam ser abertas, encontrar uma estrutura de múltiplos anglos que, certamente mudará todo o nosso conceito. Vejo nas privações de nós mesmos um caminho ardor e gigantesco, quantas raças já se passaram e quantas devem passar, até que uma sã consciência possa dizer: - Chega é hora de seguir em frente e nos doar a novos destinos. No momento, ainda à diante, sobre uma perturbada e enigmática pressão do meu próprio ser, penso:
Não sendo mais o objeto que sustenta a vontade, assim como um vaso segura a agua em seu interior, desprendendo... Podemos nós ir além? O mais alto do conhecimento se desprende de cordas da paralelidade universal e o seu vibrar afronta nossas faces ‘humanas’.
Baseado no canal http://www.youtube.com/user/isacmqs
sexta-feira, 29 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O que os olhos não veem, também falta ao coração.
Incompreendido, fascinado, desprezado e iludido.
O que sinto no coração e os olhos não o veem.
Sonhos,
despertados numa criança e enganado.
O que nos falta em vida, muitos dizem: Tudo bem!
Onde o vento é como toque, mas vemos suas mãos
Onde o rio passa sem cortes e não exala na multidão
Sonhos,
despertados numa criança e enganado.
Talvez esteja invertido, ou talvez lhe falte compreensão.
O que meus olhos não veem, nunca chegará ao coração.
Mas espero, indiferente, até que minha vontade se torne...
Razão.
Isaque Matos
A falta de palavras ainda soma loucuras.
18/07/2011 14:20
O que sinto no coração e os olhos não o veem.
Sonhos,
despertados numa criança e enganado.
O que nos falta em vida, muitos dizem: Tudo bem!
Onde o vento é como toque, mas vemos suas mãos
Onde o rio passa sem cortes e não exala na multidão
Sonhos,
despertados numa criança e enganado.
Talvez esteja invertido, ou talvez lhe falte compreensão.
O que meus olhos não veem, nunca chegará ao coração.
Mas espero, indiferente, até que minha vontade se torne...
Razão.
Isaque Matos
A falta de palavras ainda soma loucuras.
18/07/2011 14:20
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